A LER - O Enigma de Israel por Henrique Cymerman
Quando nos interrogamos sobre um povo, uma etnia, um conjunto de seres humanos com uma identidade única, precisamos de respostas para as nossas inquietações e constatações que surgem quando nos questionamos sobre os motivos de tanto ódio mascarado de ideologia... ou será a ideologia o pretexto para o ódio?
Ainda não ponho de parte que acima de tudo isto, a velha e vil inveja, reina acima de todos os falsos pretextos ideológicos, no que concerne ao povo de Israel.
Leio com sofreguidão cada pedaço de história, cada detalhe (nunca irrelevantes) que a rica e milenar história deste povo nos proporciona e quero saber mais,quero conhecer mais.
Orgulho-me de ter estado sempre do lado da Democracia e Liberdade, em todas as posições públicas que tomei.
Nas primeiras horas do 7 de Outubro, no Facebook, publiquei dezenas de posts sobre o que tinha acabado de acontecer ou estava ainda a acontecer. E escrevi o que escrevo sempre - face ao terror e selvejaria, estarei sempre dos lados dos povos que querem viver em Liberdade e Democracia. Sendo feminista liberal, "gritei" e observei aterrorizado, o silêncio absurdo e degradante da nossa esquerda, perante o ataque brutal aos direitos das mulheres,(dos jovens em geral) de se exprimirem livremente, como já tinha presenciado silêncio anterior, no envenenamento de meninas nas escolas do Irão.
A importância e atualidade deste livro remete para a diferença entre querer viver com palas dogmáticas neo-religiosas, ou querer ler mais, estudar mais, discutir mais e ouvir mais, para lá dos estreitos contextos ideológicos locais e desracionalizados.
No dia 29 de Novembro de 1947, o mundo árabe votou nas Nações Unidas contra a resolução nº181, que previa a criação de uma Nação Palestiniana. Faria agora 80 anos de existência, se o ódio visceral árabe e não só, não se sobrepusesse à razão.
A extrema esquerda e extremadireita do mundo ocidental partilham do mesmo ódio, eu diria, inveja visceral mascarada de ódio.
Os que amam a Liberdade (e logo, a Democracia) vão ter de empunhar armas se quiserem sobreviver à mutações socias aceleradas que se encadeiam nada subtis e nada inesperadas.Entretanto, só o conhecimento nos liberta.
O meu pai (perseguido pela Pide e mais tarde pelo Copcon), afirmava veemente que enquanto existir um iletrado, existirá, ou um fascista ou um comunista!
Luís da Costa
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